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Empreitadas
As Empreitadas resultantes do Plano de Ação para a Valorização Hidrodinâmica e Mitigação de Risco nas Ilhas Barreira encontram-se concluídas
Este Plano especificou, caracterizou e justificou um conjunto de intervenções relacionadas com a proteção costeira e a remoção de sedimentos na área geográfica da Ria Formosa, teve como objetivo principal a recuperação dunar e a alimentação artificial de praias, utilizando sedimentos provenientes da dragagem de canais, que visam melhorar a hidrodinâmica da Ria Formosa.

As intervenções preconizadas potenciaram os valores naturais do sistema através do aumento da taxa de renovação de água e do melhoramento geral da circulação hídrica na laguna, com diminuição da deformação da maré. Da obtenção dos sedimentos da dragagem dos canais resultou também uma melhoria das condições de navegabilidade na Ria Formosa.

Foi submetido a Estudo de Impacte Ambiental, de cuja avaliação resultou a Declaração de Impacte Ambiental (DIA), em setembro de 2013 e da integração das disposições da DIA nos projetos de execução, que foram sucessivamente objeto de RECAPE (abril de 2014) e DCAPE (julho de 2014) posteriormente, foram lançados concursos púbicos para as Empreitadas de Valorização Hidrodinâmica e Mitigação de Risco:

- Intervenção 1 – Tavira;

- Intervenção 2.1 - Faro/Olhão;

- Intervenção 2.2 - Esteiro do Ramalhete e Barra do Ancão;

- Intervenção 3.1 – Canal e área interior do delta vazante da barra da Armona.

As empreitadas têm como principais objetivos:

Relativamente á intervenção em Tavira pretende-se executar o reforço do cordão dunar da praia imediatamente a nascente da barra de Tavira, cuja situação era de extrema vulnerabilidade à erosão e ao galgamento por parte da agitação marítima, e a tendência do respetivo agravamento, permitiu identificar este trecho costeiro como de elevado risco. (Canal de Cabanas e Zona das Quatro Águas e delta de vazante da barra de Tavira)

Igualmente como objetivo comum das restantes intervenções o reforço do cordão dunar (Farol e Ancão), mediante a dragagem de canais de navegação principais (Faro e Olhão) e secundários (esteiro do Ramalhete e canal da praia de Faro) pretendeu-se também, a remoção de sedimentos do canal e do delta de vazante da barra da Armona de forma a permitir o estabelecimento do canal da barra em moldes que não impliquem intervenção/alteração das infraestruturas subaquáticas aí implantadas.

Com prazos de execução de 150 dias cada, e valores base que, em conjunto, ultrapassam os 5 milhões de euros, com recurso a financiamento do capital social do estado, da Administração do Porto de Sines (APS), da Direção-geral de Recursos Naturais, da Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) e comunitário do Programa Operacional Temático de Valorização do Território (POVT).

De referir ainda, que os projetos de execução foram executados pela Agência Portuguesa Ambiente/Administração da Região Hidrográfica do Algarve e as empreitadas foram executadas pelas empresas Ramalho Rosa – Cobetar Sociedade de Construções, S.A., Rohde Nielsen A/S – Sucursal em Portugal e Sofareia – Sociedade Farense de Areias, S.A., as empreitadas tiveram início no segundo semestre de 2015 e terminaram no primeiro trimestre de 2016.

Fotografias Faro/Olhão
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